Bolsa com fecho

Bolsa com fecho e forro interior em cetim nas medidas 20x15cm. Padrões geométricos inspirados na azulejaria tradicional portuguesa para a decoração de fachadas.

PORTUGAL | AZULEJO

A azulejaria chegou à Península Ibérica com a ocupação muçulmana, que usavam os mosaicos para revestir as paredes dos seus palácios. Esta nova indústria desenvolve-se sobretudo devido ao interesse que a nobreza e o clero mostraram no azulejo, fazendo grandes encomendas para decorar as paredes de igrejas, conventos, palácios, solares e jardins. Entre as representações mais comuns encontram-se episódios históricos, campanhas militares, cenas do quotidiano, cenas religiosas e episódios da mitologia. A reconstrução de Lisboa após o terramoto de 1755 arma-se como um novo impulso na produção de azulejos de padrão, dando origem ao que hoje conhecemos como azulejos pombalinos, que foram usados para decoração dos edifícios da nova cidade de Lisboa. O uso do azulejo para decorar fachadas sobretudo a partir do século (...)

SARDINHA

A sardinha é desde há séculos companhia habitual da mesa dos povos da Península Ibérica. Crê-se que já os Fenícios e posteriormente os Romanos a salgavam, guardavam e transportada para todo o Império. Há relatos do consumo deste peixe na Lisboa do século XIII e em 1387, no reinado de D. João I, a pesca da sardinha foi protegida por carta régia, permitindo aos pescadores do Porto pescar nas águas de Lisboa e Setúbal. Entre as populações mais pobres era hábito comer a sardinha acompanhada com pão, conferindo, assim, mais sabor a este último. Séculos mais tarde, em 1880, com a invenção do processo de conservação através da esterilização por calor, surge em Setúbal a primeira fábrica de conserva de sardinha em Portugal. O consumo deste peixe levou a que no início do século XX houvesse no nosso país cerca de 400 (...)

PORTUGAL | SARDINHA

A sardinha é desde há séculos companhia habitual da mesa dos povos da Península Ibérica. Crê-se que já os Fenícios e posteriormente os Romanos a salgavam, guardavam e transportada para todo o Império. Há relatos do consumo deste peixe na Lisboa do século XIII e em 1387, no reinado de D. João I, a pesca da sardinha foi protegida por carta régia, permitindo aos pescadores do Porto pescar nas águas de Lisboa e Setúbal. Entre as populações mais pobres era hábito comer a sardinha acompanhada com pão, conferindo, assim, mais sabor a este último. Séculos mais tarde, em 1880, com a invenção do processo de conservação através da esterilização por calor, surge em Setúbal a primeira fábrica de conserva de sardinha em Portugal. O consumo deste peixe levou a que no início do século XX houvesse no nosso país cerca (...)

AZULEJO

A azulejaria chegou à Península Ibérica com a ocupação muçulmana, que usavam os mosaicos para revestir as paredes dos seus palácios. Esta nova indústria desenvolve-se sobretudo devido ao interesse que a nobreza e o clero mostraram no azulejo, fazendo grandes encomendas para decorar as paredes de igrejas, conventos, palácios, solares e jardins. Entre as representações mais comuns encontram-se episódios históricos, campanhas militares, cenas do quotidiano, cenas religiosas e episódios da mitologia. A reconstrução de Lisboa após o terramoto de 1755 arma-se como um novo impulso na produção de azulejos de padrão, dando origem ao que hoje conhecemos como azulejos pombalinos, que foram usados para decoração dos edifícios da nova cidade de Lisboa. O uso do azulejo para decorar fachadas sobretudo a partir do século XIX parece (...)

PORTUGAL | ELÉTRICO

O carro elétrico tradicional chegou a Portugal em 1895, ano em que começou a circular na cidade do Porto. Seis anos depois, em 1901, chegou a Lisboa, em 1904 a Sintra, em 1911 a Coimbra e, por fim, em 1914 a Braga. Atualmente apenas é possível ver estes veículos em circulação nas cidades de Porto, Lisboa e Sintra, onde realizam, sobretudo, percursos turísticos pelas zonas mais antigas das cidades, movimentando-se num trilho sobre carris.

ELÉTRICO

O carro elétrico tradicional chegou a Portugal em 1895, ano em que começou a circular na cidade do Porto. Seis anos depois, em 1901, chegou a Lisboa, em 1904 a Sintra, em 1911 a Coimbra e, por fim, em 1914 a Braga. Atualmente apenas é possível ver estes veículos em circulação nas cidades de Porto, Lisboa e Sintra, onde realizam, sobretudo, percursos turísticos pelas zonas mais antigas das cidades, movimentando-se num trilho sobre carris.

PORTUGAL | PORTO

A sua origem remonta ao século V, altura em que é referida a existência de uma localidade neste local com a designação ‘Cale’. Este topónimo evolui mais tarde para Portucale e, no século IX, este nome designa já não apenas a povoação, mas também a área circundante. No século XIV é construída uma nova muralha que delimita o núcleo histórico do Porto, a que foi dado o nome de ‘Muralha Fernandina’. Também é conhecida a participação ativa da cidade do Porto nas descobertas, tendo partido daqui a armada do Infante D. Henrique para participar na conquista de Ceuta. Já no século XVII, a assinatura do Tratado de Methuen facilita o comércio e exportação de vinhos para a Grã-Bretanha e cria a Real Companhia da Agricultura dos Vinhos do Alto Douro, promovendo, desta forma, o crescimento da economia portuense. A (...)

PORTUGAL | PONTE D. LUÍS I

A Ponte Luiz I, que liga o Porto a Vila Nova de Gaia, foi concluída em 1887. Em 1880, com o intuito de construir uma ponte que substituísse a Ponte D. Maria II, foi aberto um concurso publico, ganho pela empresa belga Societé Willebroek. A ponte pesa 3045 toneladas e possui dois tabuleiros com 2 metros de largura cada um. O tabuleiro superior tem uma extensão de 355 metros e o inferior de apenas 175 metros. O tabuleiro superior foi, desde sempre, reservado à circulação de transportes públicos, desde os carros puxados por mulas, conhecidos em Portugal como o ‘americano’, aos carros elétricos, autocarros e atualmente o metro. Foi até 1943 uma ponta portajada.

PORTUGAL | LISBOA

Segundo a lenda, Lisboa foi originalmente construída em sete colinas e estende-se ao longo do rio Tejo. Cheia de história e cultura, Lisboa é conhecida pela sua luminosidade única e charme incomparável. Todas as atracções da cidade mantêm um toque de tradição - Lisboa preservou a sua antiga beleza e charme, seja nas ruas cheias de vendedores de flores ou castanhas assadas, nos esplêndidos edifícios de azulejos, pastelarias emblemáticas ou adegas antigas. Como a capital do país, foi também aqui que ocorreram alguns dos momentos mais influentes da história portuguesa, incluindo 400 anos de ocupação árabe, a época florescente dos Descobrimentos, o fim da monarquia de 800 anos, os anos da ditadura e revolução pacífica do 25 de abril de 1974. Após o grande terremoto de 1755, seu centro histórico foi gradualmente reconstruído (...)

PORTUGAL | TORRE DE BELÉM

Estratégicamente construída na margem norte do rio Tejo, entre 1514 e 1520, para defender a barra de Lisboa, a Torre de Belém é uma das jóias da arquitetura do reinado de D. Manuel I. No conjunto arquitetónico, podemos separar dois corpos distintos, modelos de arquitetura militar: a torre medieval e o baluarte moderno que, com dois níveis para disparar artilharia, permitiram um tiro mais distante e enxaguar sobre a água. A Torre de Belém é um marco cultural, símbolo da especificidade do país através do diálogo privilegiado com outras culturas e civilizações. Como guardiã da nossa individualidade e universalidade, esse status foi confirmado quando, em 1983, foi classificada pela UNESCO como "Património Cultural de Toda a Humanidade".

PORTUGAL | GUIMARÃES

A cidade de Guimarães está historicamente, associada à fundação da nacionalidade e identidade Portuguesa, sendo conhecida como "O Berço da Nação Portuguesa". Aqui tiveram lugar em 1128 os principais acontecimentos políticos e militares, que levariam à independência e ao nascimento de uma nova Nação. Por esta razão, está inscrito numa das torres da antiga muralha da cidade “Aqui nasceu Portugal”, referência histórica e cultural de residentes e visitantes nacionais. A outorgação, pelo Conde D. Henrique, do primeiro foral nacional, em data desconhecida, mas possivelmente em 1096, atesta a importância crescente da então vila de Guimarães, escolhida ainda como capital do então Condado Portucalense. Guimarães foi-se expandindo e organizando. Por este motivo, foi rodeada parcialmente por uma muralha defensiva no (...)